domingo, agosto 13, 2017

COMICuzinhos #9

sábado, agosto 12, 2017

Nalgas Flash Review: Pumpkinhead

sexta-feira, agosto 11, 2017

Dunkirk (2017)

A ordem no meio do caos, um épico de guerra moldado para todas as idades, uma sequência inicial fantástica, uma sonoplastia desvairada - que não deixa sentir a guerra, as suas explosões e os seus silêncios arrepiantes, mas antes transmite a pedrada que um tipo deve sentir depois de uma noitada de techno e drogas sintéticas numa discoteca do Bairro Alto - e uma manipulação irrepreensível do espaço e do tempo. Não é tudo. Visualmente, "Dunkirk" é um mimo, uma orgia deslumbrante de imagens que tornam quase todas as suas sequências no ar e no mar de uma credibilidade/realidade impressionante. O pior? Não há contexto político, não há background estratégico do que levou àquela situação - ou até da razão da tolerância bélica dos nazis numa situação de massacre fácil -, não há cuidado com as, chamemos-lhes, parecenças das massas - cerca de mil extras não chegaram, nem de perto nem de longe, para parecer os quatrocentos mil soldados que estavam em Dunquerque e, pior que tudo, não deixaram a personagem principal aliviar a tripa como pretendia desde os primeiros minutos. Não se faz.

quinta-feira, agosto 10, 2017

In David Fincher we trust

quarta-feira, agosto 09, 2017

COMICuzinhos #8

terça-feira, agosto 08, 2017

Nalgas Flash Review: Tickling Giants

segunda-feira, agosto 07, 2017

Alien: Covenant (2017)

Tal como "Prometheus", este regresso de Ridley Scott ao universo do "oitavo passageiro" deixa um sabor agridoce na boca: visualmente irrepreensível, bom ritmo, elenco competente q.b. - nada que se compare ao da prequela já referida, sem dúvida o seu maior trunfo na altura - mas, e trata-se de um grande mas, ostenta uma narrativa que, ainda que repleta de motivos de interesse, tanto a nível conceptual como dinâmico, revela-se de uma previsibilidade enorme, irritante até, que desilude o espectador com cenas - chamem-lhe minutos, se preferirem - de antecedência, destapando o lençol precipitadamente sobre cada gancho que se prepara para acontecer. Uma espécie de déjà vu induzido que não tem piada nenhuma, uma lástima xenomorfa num produto onde o que não falta é substância. Já chega Ridley, vamos guardar as boas memórias enquanto a coisa não descamba por completo.

domingo, agosto 06, 2017

Who Drew the Dicks?

sábado, agosto 05, 2017

COMICuzinhos #7

sexta-feira, agosto 04, 2017

Nalgas Flash Review: Bay of Blood

quinta-feira, agosto 03, 2017

Into the Forest (2015)

Vem uma desconhecida ilusionista que promete um dos maiores truques que o mundo já viu - aqui a premissa de um futuro não muito distante onde não há electricidade. Com duas mãos atrás das costas, a expectativa é gigante: o que terá ela de sublime preparado para nós? Junto a ela, duas assistentes de encher o olho, Ellen Page e Evan Rachel Wood. O que pode correr mal aqui? Nada, pensamos nós. Vem então a magia. Mão direita à frente e... nada. Eis uma hora repleta de promessas de algo dramático, violento até, que corre sem ritmo ou alma, onde pouco ou nada acontece. Do nada, aparece uma pomba - violação - no palco. Mão esquerda à frente - o terceiro acto, entenda-se - e, novamente, nada. O aftermath psicológico e emocional de um acto cruel, completamente indiferente à "renovada" realidade que as rodeia. Quase nenhumas palmas da plateia e uma máquina de fumo terminam o espectáculo. Olha que porra, Patricia Rozema.

quarta-feira, agosto 02, 2017

RTP disponibiliza Claxon

terça-feira, agosto 01, 2017

Citizen Trump