sexta-feira, outubro 25, 2013

TCN 2013: Nomeados Artigo TV



A Morte à Distância de um Clique", por Sofia Santos, do blogue Girl on Film

"Assistimos a doenças que se prolongam por episódios e episódios, vimos estratégias para matar, lidamos durante temporadas com o luto e escolha de caixões, vimos cotonetes a definirem as causas da morte. Conhecemos o morto e quem mata. Conhecemos quem fica feliz com a morte e quem a chora. Lidamos com decisões que envolvem a salvação ou a condenação. A vida ou a morte. Vejamos cinco exemplos de séries que dependeram ou dependem da morte para o seu sucesso."


Doctor Who: A Viagem de Moffat no 50º Aniversário, por António Guerra, do blogue TV Dependente

"Claro que esse caminho foi planeado por Moffat com peso, conta e medida. O mistério de Clara Oswin Oswald (Jenna-Louise Coleman) não era tão forte como tinham feito parecer, e era apenas uma peça que desencadearia o já falado episódio de 23 de Novembro. Toda a segunda parte da 7ª temporada foi um tapete para esse mesmo, como se viu no final. Claro que isso não serve de desculpa. Apesar de resolução fácil, Moffat poderia ter dado outra abordagem a Clara que tornaria a soufflé girl numa personagem muito mais enigmática e que ajudaria a que tivesse um arco mais forte."


Fuck Cormac McCarthy: análise comparativa de um dia-apocalipse de cinema em Portugal, Espanha, Itália, França e Inglaterra, por Luís Mendonça, do blogue À Pala de Walsh

"Fuck Cormac The Road McCarthy, fuck John Carpenter. Isto aconteceu. O ar tornou-se vírus, a respiração no exterior era veneno para os pulmões e vinagre para o espírito. O espaço exterior tornara-se, portanto, inabitável – algum dia tinha de ser, apetece escrever. De qualquer modo: fuck Shyamalan e double fuck Todd Haynes. Isto aconteceu. E era assim no dia 25 de Março, uma segunda-feira. Fechámos todas as janelas, isolámos cada frincha para a rua e tentámos respirar o ar velho, rançoso, passado, mas minimamente são. Enquanto o novo ar maligno não invadia as vias respiratórias, a vida ia acontecendo. Renovar o ar antigo era o desafio diário, evitar a entrada do novo era a missão eterna. Pelo menos no dia 25 estivemos todos fechados, em Portugal, Espanha, Itália, França, Inglaterra… O grande desastre ocupava a agenda mediática, mas o cinema ainda resistia, o que só podia querer dizer que continuava a ser necessário, quase tanto quanto os cobertores e as latas de conserva."


Kill Your Television, por Pedro, do blogue CinemaXunga

"Se há coisa que enfada é quando aqueles paneleiros que passam a vida a ver reality shows, programas de apanhados diários na SIC, 3 horas diárias de Facebook e meia dúzia de jogos de futebol ao fim de semana chegam junto de mim e dizem “Sinceramente, não sei como tens tempo para ver filmes, deves mesmo ser um traste desocupado. Eu mal tenho tempo para me coçar.” Normalmente opto por um sorriso e um fuga rápida para não me chatear, porque a malta com este perfil psicológico é problemática, com capacidades aperfeiçoadas de indução de culpa e geneticamente seleccionados para a peixeirada. Mas não é de bestuntos que vos vou falar, é de gestão de tempo. E falo-vos da minha experiência pessoal e dos objectivos a que me proponho."


Os Reality Shows em Portugal: Uma História Miserável e Embaraçosa, por João Pinto, do blogue Portal Cinema

"O Big Brother apresentou Portugal ao competitivo e altamente parvo mundo dos reality shows que, na altura da estreia nacional deste projeto, já eram um grande sucesso de audiências nos Estados Unidos da América e na Europa. Eu recordo que o Big Brother Portugal não é um conceito original português, já que a sua versão nacional é uma adaptação do conceito que foi criado por John de Mol para a televisão holandesa. A grande parte dos reality shows que são exibidos em Portugal são variações de programas estrangeiros, como o francês Secret Story (Casa dos Segredos) ou os norte-americanos Beauty and the Geek (A Bela e o Mestre), The Bachelor (Pedro, O Milionário) ou The Biggest Loser (Peso Pesado)."



Portugal precisa de descobrir "Breaking Bad". E já., por Pedro Andrade, do blogue TV Dependente

"A Visão e o Expresso dão o título de “melhor série dos últimos tempos” a “Game of Thrones” na ânsia de amealhar uns trocos para vender meia-dúzia de livros de bolso. A SIC Notícias continua obcecada com “The Newsroom”, onde a estreia da segunda temporada da série (nos EUA, nem sequer cá) não só teve direito a uma notícia no programa “Cartaz”, como a própria série teve até direito a crítica do prestigiado João Lopes (já para não falar que foi ponto de referência no “Ponto por Ponto” de Pacheco Pereira aqui há uns tempos). O iOnline tem uma peça sobre a estreia de “Low Winter Sun” e nem uma referência a “Breaking Bad” (para eles o AMC é o canal de “Mad Men”, “Walking Dead”, “The Killing”). O Expresso online tem um post sobre a série… um mero vídeo de humor."



The Sopranos: Uns Mafiosos muito Humanos, por Ricardo R., do blogue TV Dependente.

"Uma das características que mais me agradou, na série da “HBO”, foi a sua maturidade. A forma como narra os seus acontecimentos com naturalidade, mas inteligentemente. Não explica tudo o que acontece, não fala apenas sobre assuntos triviais e não coloca os seus personagens em modo piloto automático. Ou seja, nunca se sabe bem para onde eles irão, qual será a sua reação. E isso, leva a que a audiência da série pense. Há que pensar sobre o porquê de Tony Soprano fazer ação “x” ou “y”. Debater sobre isso, concordar com ele, ou desafiarmos o nosso intelecto, por torcermos por alguém tão besta."



TOP25: Os melhores momentos em “Dragon Ball Z”, por Gabriel Martins, do blogue TV Dependente

"Como já todos devem saber aquela que é uma das séries mais populares de animé, a nível mundial, está de regresso este ano com um novo filme, intitulado “Dragon Ball Z: Battle of Gods”. Uma vez que o filme decorrerá no universo de “Dragon Ball Z”, organizámos uma pequena viagem pela mítica série Z, onde escolhi os 25 momentos que mais me marcaram nela. Como todos os tops, é uma lista bastante pessoal e directamente ligada aos meus gostos pessoais. Assim sendo, convido-vos a todos a partilharem também as vossas lembranças e momentos predilectos."

1 comentário:

Loot disse...

Muito Obrigado pela nomeação. Foi uma viagem pela memória que me deu um grande prazer em fazer :)

Abraço e parabéns a todos

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